segunda-feira, 6 de julho de 2015

Viajando para o Peru #Dia4: Overdose de lhama, Vale Sagrado e viagem àÁgua Calientes

Não quero mais ir embora daqui!

Acordamos às SEIS DA MANHÃ de novo, tomamos um café da manhã corridinho no hotel e partimos para a adventure do dia!

Hoje visitamos algumas partes do Vale Sagrado, lugar lindo! Logo no início da viagem, o motorista do ônibus turístico encostou em um lugar onde criam-se vários tipos de lhamas para o uso do pelo. Mas haviam TANTAS lhamas lindas que pedimos para descer durante 20 minutos no local.


Awana Kancha É.O.MELHOR.LUGAR.DO.MUNDO

Você pode dar comidas para as lhamas e tirar quantas fotos quiser com elas! A entrada é grátis e o lugar fica no caminho entre Cusco e Pisaq, nossa primeira parada do dia.








OVERDOSE DE LHAMA <3


Além das lindas lhaminhas há também algumas lojinhas de confecção própria e algumas pessoas explicando o processo de produção da lã.

Pouco antes de chegarmos em Pisaq, paramos em um mirante que fica no meio da estrada! A vista era maravilhosa e ao fundo podia-se ver a Montanha San Juán nevada!


2 horas de viagem depois da saída do hotel (com algumas paradas), chegamos ao Sítio Arqueológico de Pisaq, um dos encontrados no Vale Sagrado!




O lugar é imenso! Além de uma trilha que você pode fazer em volta da montanha, pode-se também andar entre algumas das ruínas.


Após a visita por Pisaq, com duração de mais ou menos 45 minutos, paramos na cidade de Pisaq, um pequeno vilarejo com feirinhas de artesanato e famosas lojas de Prata.



No meio da feirinha é muito comum encontrar garotas vestidas tipicamente com cabritinhos filhotes para tirar foto! Elas não cobram, mas é sempre bom dar pelo menos 1 sole para elas após a "sessão de fotos".



Conheci Francie, uma menininha de uns 8 anos no máximo com 2 cabritinhos filhotes <3 seus nomes eram Panchito e Valentina. Juro, essas crianças são um amor!


Seguimos então viagem com destino ao restaurante em que iríamos almoçar. A estrada do Vale Sagrado é uma longa reta que passa por vários vilarejos! Um deles é o vale especialista em Cuy en Palo. Cuy é o nosso porquinho da Índia. É uma carne muito comum aqui no Peru, porém ainda não tive coragem de experimentar.


Chegamos então no restaurante. A refeição já estava inclusa no passeio ao Vale Sagrado. O lugar era lindo (apesar de os arredores não muito), e a comida MUITO gostosa! Além de pratos típicos como carpaccio de alpaca e ceviche, havia também comidas as quais estamos já acostumados, arroz, strogonoff, etc.


Além de música ao vivo durante a refeição, em um espaço separado haviam também alguns animais soltos, como lhamas (MAIS), alpacas e araras!




Voltamos para o ônibus e depois de mais ou menos meia hora de estrada chegamos a Ollantaytambo (foi difícil decorar e escrever esse nome). Essa cidade seria a qual pegaríamos o trem para Águas Calientes, cidadezinha pertinho de Machu Picchu a qual ficaremos hospedados essa noite!

Nela encontra-se o Sítio Arqueológico de Ollantaytambo!


ESSE LUGAR É DEMAIS!
Nele fizemos uma trilha muito cansativa (porém menos difícil do que parece ser), morro acima.




Subimos os 226 degraus (sim, eu contei), e a vista de cima é muito legal!
Poreeeeeem mais legal ainda é explorar as ruínas do lugar (as mais legais até agora).



O único ponto ruim, na minha opinião, é que o lugar estava muito cheio e a subida, consequentemente, lotada de gente. Subimos pela descida, o que eu acho que é uma excelente dica para quem vai visitá-lo. Não foi tão cansativo quanto teria sido subir pelo local indicado. E graças ao contrafluxo, pudemos tirar muito mais fotos e observar todos os detalhes com mais calma.


Por fim, o ônibus turístico deixou-nos no centro da cidade com nome difícil (Ollantaytambo). Lá pegamos o trem para Águas Calientes às 19h. Para a ida, pegamos o Expedition Peru Rail, na volta pegaremos o Vista Dome. 


O tempo de viagem é de 1h30 e o trem é realmente muito bom. Os assentos são confortáveis, espaçosos e durante TODA A VIAGEM, CLARO, toca-se uma música ambiente (tipicamente peruana).


Papel de parede do trem.

Ele balança um pouco mais que o metro, mas nada crítico demais. A passagem custou 55 dólares, 136 soles. Recomenda-se comprá-la com antecedência pois algumas pessoas que estavam na estação e deixaram para comprar a passagem na hora, conseguiram apenas para o trem das 21h, então tiveram que ficar esperando 4 horas até o embarque.

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O hotel e a cidade são uma gracinha! Amanhã sairei para tirar fotos do centro, porque agora está tarde e escuro!

Estamos hospedados no El Mapi, pelo que pude perceber até agora, a localização é muito boa!



O quarto e as camas são GIGANTES!




Agora vamos dar uma volta pela cidade para conhecer os arredores do hotel!

COMPRAS DO DIAAAA!

Hoje tirei o dia para experimentar alguns doces haha


Experimentei esse sorvete "sanduíche". Esse tipo de sorvete me lembra muito o de um restaurante que eu costumava ir em São Paulo quando era pequena. Quando o guia me viu comendo-o, indicou-me o sorvete de Lucumara (?), uma fruta típica do Peru. Experimentarei esse da próxima vez.


Comi também esse chocolatinho ao leite! Mt amor, amo chocolate ao leite. Haha


Esses cookies são SENSACIONAIS. Serviram no avião da vinda entre Lima e Cusco. Aí encontramos esse pacotão no mercado e compramos!

Voltarei rolando para São Paulo, mas ok.

Amanhã vamos passar o dia em Machu Picchu e pretendemos sair bem cedo para ver o nascer do sol! <3

BEIJINHOS!

domingo, 5 de julho de 2015

Viajando para o Peru #Dia3: Moray, Salinas de Maras e Centro Qosqo deArte Nativo

Hoje o dia foi MUUUUITO longo!

Acordamos às SEIS E MEIA DA MANHÃ e o dia estava super feio! Frio, nublado e chuvoso!


Porém tínhamos um dia cheio de passeios e nos recusamos a perdê-lo!

Às 7:30 um ônibus passou para pegar-nos no hotel! Nossa primeira parada foi um lugar onde artesãs cusqueñas tratam do pelo da lhama. Lá nos mostraram todo o processo desde a lavagem até a tintura e produção da lã.
O lugar é bem simples e a atividade muito interessante.




Logo depois partimos para as Ruínas de Moray. Quando chegamos, o guia nos explicou toda a história do lugar, o qual é imenso!


Há uma trilha que contorna toda a volta das ruínas, nada complicado, coisa de 20 minutos de caminhada. Nela, pode-se ver melhor detalhes e toda a área preservada.



Pegamos bastante chuva em Moray, mas nada que atrapalhasse muito. E o frio vai cessando ao longo do dia. Logo na saída, o sol já começava a aparecer.


Nossa ultima parada foram as Salinas de Maras. A distância de um lugar para o outro é de mais ou menos 25 minutos com o ônibus turístico e durante o dia cruzamos com vários deles pelas estradas. 

Chegamos nas Salinas às 11h, o sol estava gostoso, porém como havia chovido, o chão estava muito molhado e barrento.



O lugar é maravilhoso! Não tem como vir a Cusco e deixar de conhecê-lo. Graças à chuva que caiu durante a manhã, a água estava com uma cor mais escura. Durante a época de seca, quando a água evapora e o sal é "colhido", o lugar fica maravilhoso!



Na saída há lojinhas com artesanato e sal (claramente), sendo vendidos, além de um mirante no caminho de volta.




Ao retornar para Cusco, às 15h, fomos almoçar em um dos vários restaurantes da Plaza de Armas. Aproveitamos também para experimentar a cerveja Cusqueña (a base de trigo, achei bem amarga), e o Chicha Morada, uma bebida típica daqui à base de milho. Achei o gosto meio sem graça, o sabor lembrava uma mistura de gelatina de morango, abacaxi, suco de uva, canela e gengibre. Recomendo só para dizer-se que experimentou, porque não tem nada de excepcional.



Por fim, fomos ao Centro Qosqo de Arte Nativo. Nele, todos os dias às 19h, há um show com danças e músicas típicas. A duração é de 1h15 e apesar de um pouco cansativo eu recomendo a ida para conhecer!






Amanhã visitaremos o Vale Sagrado durante o dia e a noite pegaremos o trem para Águas Calientes!
Agora vou dormir LOTADA de cobertor, porque o frio está com tudo!

Beijinhos